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	<title>Projeto Escolar Supera</title>
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		<title>Supera e Prefeitura: uma parceria que deu certo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 23:10:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[projeto - prefeitura - sjc]]></category>

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		<description><![CDATA[A parceria com a prefeitura de São José dos Campos, São Paulo começou a apenas um ano e trouxe resultados muito além dos satisfatórios. Sete escolas atendidas e mais de 190 alunos tiveram contato de seis meses com a metodologia &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/supera-e-prefeitura-uma-parceria-que-deu-certo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria com a prefeitura de São José dos Campos, São Paulo começou a apenas um ano e trouxe resultados muito além dos satisfatórios. Sete escolas atendidas e mais de 190 alunos tiveram contato de seis meses com a metodologia Supera.<span id="more-1475"></span></p>
<p>Maior estímulo a frequência, mudanças comportamentais significativas, mais facilidades na prática da matemática e nas outras disciplinas. Estes foram alguns pontos percebidos com a implantação do Método Supera nas escolas municipais da cidade de São José dos Campos.</p>
<p>Para o ano de 2012, nova parceria, ainda para mais alunos, já está programada. Alunos e professores sentiram a necessidade de continuar não só com as crianças em recuperação intensiva, mas também com os outros alunos. A coordenadora do projeto Maria Helena Nahime Cursino conclui que o projeto, apesar de ser experimental, teve extrema importância no processo educativo de todas as crianças.  </p>
<p>O Supera – Ginástica para o Cérebro firmou esta parceria com a Prefeitura para estimular crianças que tinham dificuldades nas matérias. Apesar de não ser um curso de conteúdos, o Supera tem como objetivo promover a agilidade de raciocínio, aumento na concentração, melhores condições de aprendizagem e desenvolvimento pessoal.</p>
<p>O projeto Supera MEC é baseado em um método de estimulação cognitiva e é a mais avançada ferramenta pedagógica desenvolvida especialmente para aplicação em escolas públicas e privadas com objetivo de complementar o ensino formal, contribuindo diretamente para o fortalecimento de habilidades individuais, coletivas e institucionais.</p>
<p>Os sistemas educacionais podem falhar em alguns aspectos e o Supera está aí para ajudar no desenvolvimento do pensar, do refletir! Tirando o cérebro das crianças da zona de conforto e privilegiando um ambiente agradável e divertido.</p>
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		<title>Além dos conteúdos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cérebro - educação - escola]]></category>

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		<description><![CDATA[Educadores do Ceará desenvolveram programa de Educação em valores humanos tentando minimizar a distância entre o conhecimento e esses valores na prática do ensino. A busca por mudanças ganhou o Brasil até chegar ao sul, mas há unanimidade quanto ao &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/alem-dos-conteudos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Educadores do Ceará desenvolveram programa de Educação em valores humanos tentando minimizar a distância entre o conhecimento e esses valores na prática do ensino. A busca por mudanças ganhou o Brasil até chegar ao sul, mas há unanimidade quanto ao longo caminho que ainda deve ser percorrido.<span id="more-1469"></span></em> <em> </em> </p>
<p>Quando o assunto é Educação muito se fala em formação e conhecimento, mas pouco se fala em Educação integradora ou em valores humanos. Segundo a educadora e consultora de Cultura de Paz da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Regina Migliori, o ser humano se compõe de múltiplas dimensões (biológica, intelectual, cósmica, planetária, entre outras), entretanto a Educação trabalha somente a dimensão intelectual. &#8220;Todas as dimensões devem ser desenvolvidas em uma Educação integradora, que consegue desenvolvê-las de forma integrada e harmônica&#8221;, explica. </p>
<p>Para a diretora do Instituto Migliori, o grande desafio da Educação é desenvolver as inteligências e competências subordinadas a uma esfera de valores humanos universais. &#8220;Não basta ser competente ou inteligente se isso é usado a serviço da destruição, da violência&#8221;, afirma Regina. Ela acredita que o ideal é que o processo educativo trabalhe as dimensões de competência e de responsabilidade do ser humano. &#8220;É preciso ensinar a ser competente do ponto de vista ético&#8221;, acrescenta. A educadora idealiza uma Educação que subordine o conhecimento aos valores humanos.  </p>
<p><strong>Cinco minutos</strong></p>
<p>Valores que são a aposta de educadores e pesquisadores do Ceará que desenvolveram o programa &#8220;Cinco Minutos de Valores Humanos&#8221; e o disponibilizam gratuitamente pelo site <a href="http://www.cincominutos.org">www.cincominutos.org</a>.  </p>
<p>O programa é constituído por aulas de cinco minutos sobre questões relacionadas aos valores humanos, direcionadas a alunos do Ensino Fundamental. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará e integrante da equipe do projeto, Maria do Socorro Souza explica que a ideia surgiu da necessidade de promover uma interlocução entre professores e alunos acerca do tema. De acordo com a coordenadora do programa, a escritora Saara Nousiainen, a iniciativa surgiu com a possibilidade de solucionar as principais dificuldades que surgiriam ao se tentar inserir Educação para valores humanos nos conteúdos ensinados em sala de aula. &#8220;A proposta é de aulas diárias de apenas cinco minutos para que não se tornem cansativas para as crianças e para que possa ser facilmente implantada pela escola por não interferir na programação curricular&#8221;, explica Saara.    </p>
<p><strong>Mundo mais justo</strong></p>
<p>Saara Nousiainen garante que os conteúdos ministrados tem vinculação com nenhuma religião específica, mas abordam, eventualmente, a religiosidade e o amor em sua forma universal. Segundo a coordenadora, é na fase infantil que esses valores encontram maior ressonância e por isso o programa foi iniciado nessa fase. &#8220;Não houve tempo hábil para alguma escola implementar o programa, mas a receptividade tem superado as nossas expectativas&#8221;.  </p>
<p>Saara ainda dá ênfase à abordagem das duas vertentes em que a humanidade evolui. &#8220;Numa delas está o conhecimento. Na outra, temos o desenvolvimento da pessoa enquanto ser humano. Ocorre que há uma imensa defasagem entre elas&#8221;.   Para ela, trabalhar valores humanos representa o fortalecimento dessa segunda vertente, o que geraria uma humanidade mais justa e igualitária e com mais possibilidades de felicidade real.  </p>
<p><strong>Conteúdo e formação</strong></p>
<p>Regina Migliori também ressalta a importância de tirar o foco dos conteúdos e dar mais ênfase à formação do ser humano. &#8220;É preciso dialogar com os alunos como seres humanos e apresentar não o ser humano da competência instrumental como vemos hoje e sim, o ser humano competente e benéfico, ético&#8221;, explica a educadora.  </p>
<p>Ela acredita que é preciso recuperar a capacidade de formação e de transformação da Educação. Modificação que deve ser iniciada nos professores e profissionais das escolas. Segundo Maria do Socorro Souza, grande parte dos educadores, mesmo possuindo instrução e a informação acerca de alguns valores, os possuem apenas no nível intelectivo, mas ainda não os internalizaram. &#8220;Muitos não possuem autoridade ético-moral para tanto, assim não têm energia para bem  influenciar, não passam &#8220;uma verdade&#8221; nas aulas que ministram sobre o assunto&#8221;, complementa.  </p>
<p><strong>O exemplo de casa</strong></p>
<p>Mesmo os pais têm necessidade de transformação para promover o aprendizado dos filhos nas questões de valores humanos. &#8220;A grande maioria dá péssimos exemplos aos filhos: mentem ao telefone, são desonestos com pequenas coisas, egoístas no trabalho e no lar, no trânsito&#8221;, afirma Maria do Socorro. A doutora explica que, para que exista a formação integradora do ser, de forma que os alunos internalizem essa questão, é necessário que pais e educadores vivenciem de verdade tais valores.   Ainda nesse sentido, Migliori sugere uma transformação também em muitos dos acadêmicos e pesquisadores da Educação.</p>
<p>Ela enfatiza que é preciso parar de discutir o assunto e começar a praticá-lo, moldando a Educação em valores humanos em um processo de construção conjunta. &#8220;Hoje, tem muita gente estudando esse assunto, mas poucos estão colocando-o em prática. Quando falamos de valores humanos universais falamos de algo que, de fato, é universal e não está vinculado a um autor ou a uma filosofia&#8221;.   Regina ainda afirma que os valores humanos estão na essência do ser humano, além das bibliografias. &#8220;É simples, como o amor é simples, como a paz também é. Essa simplicidade deve ser resgatada pela Educação. Visões sectárias só vão nos atrapalhar&#8221;.  </p>
<p><strong>Em prática</strong></p>
<p>Por e-mail, Saara apresentou o programa &#8220;Cinco Minutos de Valores Humanos&#8221; à Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Em resposta, integrantes da secretaria pediram dois exemplares dos livros do projeto, um para a biblioteca central e outro para análise da equipe responsável, é o que conta a coordenadora de projetos e ações multidisciplinares do órgão, Maria Benedita da Silva Prim. &#8220;Nós gostamos muito, porque os temas e sugestões de aplicabilidade nas aulas estão de acordo com a nossa proposta de trabalho nas escolas&#8221;.  </p>
<p>Maria Benedita explica que os temas foram incluídos no currículo de toda a Educação Básica e também na de jovens e adultos (EJA). Eles foram divididos em oito temáticas que serão trabalhadas nas escolas o tempo todo, em todas as 1323 escolas da rede estadual de Santa Catarina. Segundo a coordenadora, o conteúdo do livro &#8220;Cinco Minutos de Valores Humanos&#8221; será útil em todas as temáticas. &#8220;O que o professor pode fazer é adequar os questionamento de acordo com a idade/série e disciplina&#8221;, incentiva.</p>
<p>O início das atividades contou com sugestões de aula para professores e gestores em reuniões e palestras. &#8220;O resultado foi imediato, gerando bastante reflexão e até mudança de atitudes&#8221;, conta Maria Benedita.   Segundo ela, os professores esperam que, com a inclusão dos &#8220;valores&#8221; no cotidiano escolar, as relações interpessoais melhorem. &#8220;Ainda é cedo para uma resposta mais certeira, mas esperamos a minimização do racismo, preconceito, discriminação e violência (bullying) nas escolas&#8221;, complementa.  </p>
<p><strong>A contribuição de Pestalozzi</strong></p>
<p>As bases para o trabalho pedagógico &#8220;Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola&#8221; estão na contribuição teórico-pedagógica do educador suíço Johann Heinrich Pestalozzi. Nascido em Zurique, em 1746, o órfão de pai encontrou nas dificuldades a consolidação de sua personalidade predominantemente humanista. Em 1798, durante a invasão francesa, o educador reuniu crianças desamparadas e passou a cuidar delas, colocando em prática a Educação como um desenvolvimento total do indivíduo, influenciado pelas ideias de Jean Jacques-Rousseau. Pestalozzi é considerado hoje um dos pais da Educação autônoma, com ênfase na formação do homem ético, sem desprezo pelo desenvolvimento cognitivo. Para ele, o conhecimento não era propriamente adquirido, mas sim desenvolvido, o aluno precisaria, então, somente do estímulo do educador para a Educação moral e espiritual, ou seja, integral. A Educação para Pestalozzi tinha como finalidade própria a humanização do homem.  </p>
<p>Artigo extraído do site: <a href="http://www.migliori.com.br">www.migliori.com.br</a></p>
<p>Copyleft &#8211; é livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</p>
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		<title>Educação infantil: o início do caminho</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 16:18:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cientes da importância e urgência de um trabalho focado na educação infantil no país, professores têm procurado novas formas de propiciar as crianças a aprendizagem de um modo lúdico e encantador.  Os desafios são muito grandes, mas força de vontade &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/educacao-infantil-o-inicio-do-caminho/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientes da importância e urgência de um trabalho focado na educação infantil no país, professores têm procurado novas formas de propiciar as crianças a aprendizagem de um modo lúdico e encantador.  Os desafios são muito grandes, mas força de vontade e empenho fazem a educação melhor.<span id="more-1466"></span></p>
<p>De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica e tem como objetivo exercer duas funções, educar e cuidar, deixando à margem a ênfase dada apenas ao caráter de cunho assistencialista. Nesse sentido constata que a Educação Infantil teve que reelaborar as concepções de criança, de educação e de serviços prestados.</p>
<p>Os pais, que trabalham fora, muitas vezes não acompanham o desenvolvimento da educação dos filhos e esse papel fica para as professores. Educação no sentido mais amplo da palavra, em que não só o be-a-bá é importante, mas também os valores morais e éticos. Esse cuidado assim que a criança entra na escola é importante, pois os primeiros estímulos influenciam o resto da vida. As experiências nessa época da vida refletem até mesmo o comportamento dos alunos mais tarde.</p>
<p>Ser este professor que atua no desenvolvimento da criança é um desafio cada vez maior e as possibilidades são igualmente grandes. A responsabilidade e a paixão pela profissão devem andar lado a lado todos os dias da carreira de alguém que escolhe ser educador.</p>
<p>É acompanhar o desabrochar de um aluno de seis anos ou menos com características que vão durar para o resto da vida dele. O ambiente em que ele está inserido e como ele é estimulado a trabalhar nas dinâmicas, jogos e brincadeiras propostos diz muito respeito em relação ao futuro homem que está se formando. </p>
<p>Por isso, mais do que nunca é dever de todos os professores, colaborar com a formação do cidadão desde pequeno. Estímulo não pode faltar, nem carinho, nem paciência, nem formação especializada. Porque não é qualquer um que tem o potencial de educar, muito menos de cuidar de crianças.</p>
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		<title>As dificuldades em manter a atenção dos alunos</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 18:51:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A dificuldade em ser o centro das atenções em uma sala de aula é cada vez maior. Professores têm que se desdobrar para que os alunos fixem a atenção nas atividades propostas e participem da aula. Jogos educativos, dinâmicas de &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/as-dificuldades-em-manter-a-atencao-dos-alunos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A dificuldade em ser o centro das atenções em uma sala de aula é cada vez maior. Professores têm que se desdobrar para que os alunos fixem a atenção nas atividades propostas e participem da aula. Jogos educativos, dinâmicas de grupo e outras ferramentas entram no lugar no caderno e do lápis no processo de aprendizagem.<span id="more-1463"></span></p>
<p>Essa nova geração é diferente da anterior, cresce com contato com computadores, videogame e televisão e para assegurar que os conteúdos sejam passados de maneira eficiente, o método de ensino deve ser diferenciado.</p>
<p>A “culpa” da desatenção dos alunos são outras atratividades no horário da aula, como celulares, conversas paralelas e brincadeiras utilizadas fora de hora.</p>
<p>Educadores têm um desafio diário de competir com as tecnologias. Ou devem trazer as tecnologias para dentro da sala de aula. A proposta é de entreter o aluno e não deixar de lado o foco principal: ensinar.</p>
<p>Muitos professores já tem implantado o aspecto lúdico em suas aulas, fazendo que os alunos se interessem mais e não se deixem levar por futilidades na hora da aula. Os alunos saem ganhando com a inovação no método de ensino, conseguem aprender e se divertir ao mesmo tempo.</p>
<p>Algumas atividades específicas como jogos educativos em que o objetivo é levar o aluno as compras são mais eficientes, por exemplo, que ensinar a conta na lousa. Trazer para o aspecto prático da vida do aluno o ajuda a enxergar melhor as condições de cada conteúdo a ser aprendido.</p>
<p> A experiência tem agregado aspectos significativos às aulas nas escolas públicas de São José dos Campos, em que o curso Supera – Ginástica para o Cérebro vem sendo aplicado. “As crianças estão mais focadas e conseguimos reter a atenção delas por mais tempo. Sem contar o aspecto comportamental que mudou bastante.” – afirma a professora Fátima de Alvarenga Santos.</p>
<p>O objetivo do Supera em inovar nas salas de aula e “malhar” o cérebro, tornando-o mais ágil e focado é uma realidade em São José dos Campos. Professores e alunos estão satisfeitos com os resultados e esperam somar muitas experiências positivas como esta, melhorando a capacidade de atenção e retenção das matérias pelos alunos.</p>
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		<title>Trans o que?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 12:03:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[educação - disciplinas - escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Migliori fala da formas de organização do conhecimento e como isso interfere em nosso posicionamento no mundo. Frisando a importância do &#8220;ir além&#8221;. Clique no vídeo e assista um trecho da palestra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Regina Migliori fala da formas de organização do conhecimento e como isso interfere em nosso posicionamento no mundo. Frisando a importância do &#8220;ir além&#8221;.<span id="more-1460"></span></p>
<p><a href="http://www.migliori.com.br/videos_folha.asp?id=13" target="_blank">Clique no vídeo e assista um trecho da palestra.</a></p>
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		<title>Violência na escola: falta de limites, de valores, de ética?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 13:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[escola - cérebro - violência]]></category>

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		<description><![CDATA[*Regina Migliori Neurocientistas vêm identificando no cérebro humano, uma região destinada ao processamento de valores. Esta notícia revoluciona o entendimento sobre ética e moralidade. Esta pauta deixa de ser exclusivamente filosófica, política, pedagógica ou comportamental, e se amplia para incluir &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/violencia-na-escola-falta-de-limites-de-valores-de-etica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">*Regina Migliori</p>
<p style="text-align: left;">Neurocientistas vêm identificando no cérebro humano, uma região destinada ao processamento de valores. Esta notícia revoluciona o entendimento sobre ética e moralidade. Esta pauta deixa de ser exclusivamente filosófica, política, pedagógica ou comportamental, e se amplia para incluir a dinâmica neurofisiológica. Estamos longe de solucionar os mistérios da relação cérebro/mente/consciência, mas saber um pouco mais pode auxiliar nos desafios da educação, da cultura de paz e da sustentabilidade. É uma revolução se iniciando.<span id="more-1456"></span></p>
<p>Na parte frontal do cérebro, dispomos de neurônios dedicados a realizar sinapses com foco em aspectos éticos e morais. Estas sinapses compõem redes neurais, uma espécie de “avenidas” por onde transitam nossos pensamentos. Demonstrações por neuroimagem têm fornecido evidências sobre a dinâmica destas redes: um elenco de operações cognitivas tais como a flexibilidade, o planejamento cognitivo, e a auto-regulação dos processos mentais e comportamentais.Estas evidências reabrem o debate sobre a natureza humana: ficou difícil sustentar a afirmação de que não há um potencial ético natural. Passa-se a considerar a hipótese de uma inteligência ética, que reconhecida como potencial humano, pode ser desenvolvida.</p>
<p>Os lobos frontais são também responsáveis pelas formas mais elaboradas de comportamento, resultantes de metas impostas pelo próprio indivíduo, que dependem de planos e estratégias, que regulam idéias e ações por meio do diálogo interior, tais como decidir se deve esperar alguém por dez minutos ou ir embora e deixar um bilhete.</p>
<p>Descobriu-se que solicitações verbais externas são eficazes para dar início a estes comportamentos, mas não têm a mesma eficácia para interrompê-los ou redirecioná-los. Neste processo decisório, o diálogo interior é mais relevante do que a recomendação externa.</p>
<p>Esta evidência põe em cheque o tradicional poder atribuído a processos prioritariamente verbais. Para uma pessoa constituir sua ação, não basta receber instruções, explicações, e informações. É preciso que ela “acredite” que vale à pena agir daquela forma – e a construção desta decisão é o resultado de um complexo diálogo interior, agora mapeado pela neuroimagem e outros equipamentos de neurofeedback.</p>
<p>Diante dessas evidências, os educadores precisam rever as formas como vêm tentando estimular o compromisso em torno de causas, projetos e ações junto às pessoas com quem se relacionam.</p>
<p> <strong><em>Publicado nos anais do  21<sup>o</sup> CONGRESSO SINPEEM, outubro de 2010</em></strong></p>
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		<title>Sustentabilidade e neuroplasticidade do cérebro</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 12:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Regina Migliori A cena se dá em um shopping qualquer: uma moça passeia pelas vitrines. Repentinamente, sua expressão se transforma em um misto de alegria e desejo: “eu preciso comprar este sapato”. Esta necessidade premente não surge porque no seu &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/sustentabilidade-e-neuroplasticidade-do-cerebro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">*Regina Migliori</p>
<p>A cena se dá em um shopping qualquer: uma moça passeia pelas vitrines. Repentinamente, sua expressão se transforma em um misto de alegria e desejo: “eu preciso comprar este sapato”.<span id="more-1453"></span></p>
<p>Esta necessidade premente não surge porque no seu armário não haja sapatos. Também não significa que esteja descalça. É só mais um. Mas se tornou necessário. Como consumidora responsável ela pode até investigar a origem do sapato, as políticas do fabricante, as crenças da loja, se a fatura do cartão de crédito aterroriza, lembra-se com compaixão dos que não têm sapatos para calçar, sonha com uma vida mais simples e descomplicada, mas nada disso impede que o ato da compra se consume. Talvez esta decisão da consumidora esteja muito mais condicionada do que podemos imaginar. Mas parece consciente, responsável e sustentável. Será?</p>
<p>Há inúmeras respostas para essa questão. Uma delas vem das neurociências. O fenômeno da plasticidade do cérebro corresponde à possibilidade dos neurônios transformarem sua forma ou função, de modo prolongado ou permanente, em decorrência de uma ação do ambiente externo, ou seja, das nossas experiências.</p>
<p>Em relação a uma cena em que ocorre um acidente de carro, podemos distinguir diferentes níveis de interação. O motorista do carro, por não usar o cinto de segurança, sofre uma fratura de crânio e perde tecido cerebral. Provavelmente terá um longo processo de recuperação, com a gradativa, e possivelmente incompleta, restauração das funções atingidas. Alguém que passa pelo local no momento do acidente, se impressiona com a gravidade dos ferimentos do motorista e nunca mais se esquece da cena. Uma outra pessoa, lê a notícia sobre o que ocorreu com aquele motorista que não usava o cinto de segurança, e se convence de que é melhor passar a usá-lo.</p>
<p>Nestas três situações há um ponto em comum: o cérebro das três pessoas respondeu aos estímulos do ambiente externo. A primeira sofreu uma lesão. A testemunha teve uma forte impressão emocional. E a terceira pessoa modificou seu comportamento em função das informações a que teve acesso.</p>
<p>Este é o fenômeno da neuroplasticidade, a denominação das capacidades adaptativas do sistema nervoso, especialmente dos neurônios, às condições e experiências de cada indivíduo.</p>
<p>O sistema nervoso modifica sua organização estrutural e funcional em resposta às nossas experiências, desde lesões traumáticas destrutivas, até os processos de aprendizagem e memória. É um fenômeno constante e marcante, que ocorre em todos os momentos da nossa vida. Nada disso é novo, sempre ocorreu. Nova é a consciência a respeito desses processos que ocorrem em cada um de nós. E com isso, novas dimensões de responsabilidade consigo mesmo e com os outros.</p>
<p>Há várias formas de plasticidade, mas interessa-nos, neste momento, algumas daquelas relacionadas aos nossos hábitos, comportamentos, memória e aprendizagem.</p>
<p>O grau de plasticidade varia conforme a idade. No período de desenvolvimento o sistema nervoso é mais plástico, já que tudo está em construção. Na infância, há uma fase durante a qual a influência do ambiente é altamente relevante para o estabelecimento de características fisiológicas e psicológicas do indivíduo. São os chamados <em>períodos críticos</em>.</p>
<p>Na idade adulta, outros mecanismos entram em ação. De qualquer forma, sempre que falamos em plasticidade, estaremos nos referindo a um processo de modificação provocado no sistema nervoso de tal intensidade, que impressionou inclusive os primeiros neurocientistas que se dedicaram a estudar este assunto.</p>
<p>O que se sabe é que, em função das condições ambientais e das nossas próprias experiências, é possível provocar mudanças morfológicas: novos circuitos se formam pela alteração das fibras nervosas; novas configurações do neurônio; ou alteração do número de células de uma determinada região cerebral. Em outros casos, identificam-se correlatos funcionais, ou seja, a modificação das atividades sinápticas de um determinado circuito ou grupo de neurônios.</p>
<p>Ou seja, nossas experiências e interações com o mundo formatam nosso cérebro.</p>
<p>Exemplos da plasticidade sináptica são as decorrentes da teoria de Hebb. Na década de 40, antes mesmo que se tivesse certeza de que as sinapses existiam, este psicólogo canadense propôs uma teoria para a memória com base na plasticidade sináptica. Sua teoria permaneceu sem grande repercussão durante 30 anos, até que neurocientistas passaram a identificar fenômenos comportamentais e celulares que poderiam ser explicados por ela.</p>
<p>Atualmente a noção de memória se tornou muito mais complexa, mas os fenômenos descritos por Hebb podem ser identificados em diversas circunstâncias, e atualmente se tornou um modelo celular e molecular da memória. Trata-se dos fenômenos de habituação, sensibilização e condicionamento clássico.</p>
<p>A habituação ocorre quando a resposta ao estímulo diminui com a sua repetição, até que ele se torna inócuo. Leia-se rotina. Não importa o que aconteça, parece que nada muda.</p>
<p>A sensibilização é resultado de uma aprendizagem em que uma resposta aumenta quando precedida de algum sinal de aviso. Ou seja, é o oposto da habituação. Um estímulo muito forte faz o organismo reagir, e ele fica avisado que outros podem surgir – qualquer que seja o estímulo seguinte (mesmo que seja suave) provocará igual reação. Acho que todo mundo conhece este fenômeno, para o bem e para o mal.</p>
<p>O condicionamento clássico, análogo ao reflexo condicionado descrito por Pavlov, corresponde à associação de um estímulo forte a um único tipo de estímulo inócuo. Quando este último é aplicado sozinho, passa a ser eficaz em provocar a mesma resposta obtida em relação ao estímulo forte.</p>
<p>A plasticidade pode ser benéfica ou não. No final do século XX, os americanos Edward Taub e Michael Merzenich identificaram as causas do fenômeno denominado “membro fantasma”, causador de tanto sofrimento em pessoas que passam por algum tipo de amputação. Muitas dessas pessoas seguiam com a sensação de dor em um membro que não mais existia. Os tratamentos variavam, mas não surtiam efeito.</p>
<p>O que se identificou por meio de registro eletrofisiológico e imagens funcionais por ressonância magnética, é que parece existir uma forte correlação entre o grau de reorganização cortical após a amputação e a intensidade da dor fantasma – não se trata de um fruto da imaginação, e sim o produto de um cérebro que muda com a nova realidade, mas não esquece suas imagens passadas.</p>
<p>Também tem sido demonstrado através das técnicas de neuroimagem que mapeiam regiões funcionalmente ativas do cérebro, que as regiões lingüísticas de pessoas surdas que utilizam linguagem de sinais é bastante diferente em sua organização e extensão; que os cegos têm suas áreas visuais ativadas quando submetidos a estimulação auditiva e quando realizam leitura em Braille; e até que violinistas muito treinados desde a infância possuem maior representação cortical dos dedos da mão esquerda.</p>
<p>Diante dessas evidências, nos cabe indagar: que tipo de neuroplasticidade estamos provocando no nosso próprio cérebro e nos cérebros alheios? Estamos alertas sobre os estímulos aos quais somos submetidos e submetemos os outros de forma repetida e cotidiana?  Temos tido responsabilidade sobre isso?</p>
<p>São questões relevantes, cujas respostas ainda estamos construindo. O fato de não sabermos responder deve impulsionar nossos esforços de compreensão, pois nossa sobrevivência futura depende da formulação e adaptação a um novo modo de ser e agir no mundo, ou seja, depende também de uma neuroplasticidade sustentável. Um fenômeno que, de forma invisível e quase imperceptível, vai formatando algumas dinâmicas entre cérebro, mente e consciência.</p>
<p>Consumo consciente deixa de ser somente uma questão de mapear impactos, reduzir custos, simplificar processos, respeitar a natureza. Inclui de fato a relação cérebro e consciência. Ninguém é sustentável sem conhecer as bases de seu processo decisório, sem saber dominar e transformar impulsos e hábitos arraigados até na nossa dinâmica biológica. Não será repetindo o mesmo cérebro de sempre que o mundo irá mudar.</p>
<p>Copyleft &#8211; é livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</p>
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		<title>Metodologia Supera integra neurociência e neuroeducação</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 13:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[projeto - escola - neuroeducação]]></category>

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		<description><![CDATA[*Iara Delcia Zaponi Rachid Quando falamos em educação e aprendizagem, estamos falando em processos neurais, redes que se estabelecem, neurônios que se ligam e fazem novas sinapses. E o que entendemos por aprendizagem? Aprendizagem, nada mais é do que esse &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/metodologia-supera-integra-neurociencia-e-neuroeducacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">*Iara Delcia Zaponi Rachid</p>
<p>Quando falamos em educação e aprendizagem, estamos falando em processos neurais, redes que se estabelecem, neurônios que se ligam e fazem novas sinapses. E o que entendemos por aprendizagem? <span id="more-1450"></span>Aprendizagem, nada mais é do que esse maravilhoso e complexo processo pelo qual o cérebro reage aos estímulos do ambiente, ativa essas sinapses (ligações entre os neurônios por onde passam os estímulos), tornado-as mais &#8220;intensas&#8221;. A cada estímulo novo, a cada repetição de um comportamento que queremos que seja consolidado, temos circuitos que processam as informações, que deverão ser então consolidadas.</p>
<p>O uso de estratégias adequadas em um processo de ensino dinâmico e prazeroso provocará consequentemente, alterações na quantidade e qualidade destas conexões sinápticas, afetando assim o funcionamento cerebral, de forma positiva e permanente, com resultados extremamente satisfatórios.</p>
<p>Estudos na área neurocientífica, centrados no manejo do aluno em sala de aula vem nos esclarecer que a aprendizagem ocorre quando dois ou mais sistemas funcionam de forma inter relacionada. Assim, podemos entender, por exemplo, como é valioso aliar as ferramentas do Método Supera (Ábaco, Abrindo Horizonte, Dinâmicas e Jogos) em atividades escolares, pois há a possibilidade de se trabalhar simultaneamente mais de um sistema.</p>
<p>O Método Supera é mais uma ferramenta facilitadora, pois possibilita estimular o raciocínio lógico, a atenção, a concentração, os conceitos matemáticos e através de suas ferramentas de forma desafiadora e prazerosa para os alunos.</p>
<p>Grande descoberta das neurociências é que através de atividades prazerosas e desafiadoras o &#8220;disparo&#8221; entre as células neurais acontece mais facilmente: as sinapses se fortalecem e redes neurais se estabelecem com mais facilidade.</p>
<p>Mas como desencadear isso em sala de aula? Como o professor pode ajudar nesse &#8220;fortalecimento neural&#8221;? Todo ensino desafiador ministrado de forma lúdica tem esse efeito: aulas dinâmicas, divertidas, ricas em conteúdo visual e concreto, onde o aluno não é um mero observador, passivo e distante, mas sim, participante, questionador e ativo nessa construção do seu próprio saber, o deixam &#8220;literalmente ligado”.</p>
<p>Sabedores deste mecanismo neural que impulsiona a aprendizagem, das estratégias facilitadoras que estimulam as sinapses e consolidam o conhecimento, dessa magia em que cada estrutura cerebral se interliga para que todos os canais sejam ativados.</p>
<p>A neurociência se constitui assim em atual e uma grande aliada do professor para poder  identificar o indivíduo como ser único, pensante, atuante, que aprende de uma maneira toda sua, única e especial. Desvendando os mistérios que envolvem o cérebro na hora da aprendizagem.</p>
<p>Conceitos como neurônios, sinapses, sistemas atencionais (que viabilizam o gerenciamento da aprendizagem), mecanismos mnemônicos (fundamentais para o entendimento da consolidação das memórias), neurônios espelho, que possibilitam a espécie humana progressos na comunicação, compreensão e no aprendizado e plasticidade cerebral, ou seja, o conhecimento de que o cérebro continua a desenvolver-se, a aprender e a mudar não mais estarão sendo discutidos apenas por neurocientistas, como até então imaginávamos.  Estarão agora, na verdade, em sala de aula, no dia a dia do educador, pois uma nova visão de aprendizagem está a se delinear. O fracasso e insucesso escolar têm hoje um novo olhar, já que uma nova e fascinante gama de informações e conhecimentos está à disposição do educador moderno.</p>
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		<title>Queima de arquivo: os jovens estão ficando &#8220;caducos&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 20:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cérebro - projeto - educação]]></category>

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		<description><![CDATA[*Regina Migliori  Todos os dias ficamos estarrecidos com cenas de violência contra pessoas, países, culturas, e ecossistemas. Há quem diga que nossa sociedade está doente. Mas, além dos fatos conhecidos e monitorados, há mortes que não são computadas nestes indicadores &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/queima-de-arquivo-os-jovens-estao-ficando-caducos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">*Regina Migliori </p>
<p>Todos os dias ficamos estarrecidos com cenas de violência contra pessoas, países, culturas, e ecossistemas. Há quem diga que nossa sociedade está doente. Mas, além dos fatos conhecidos e monitorados, há mortes que não são computadas nestes indicadores de violência, embora estejam intrinsecamente relacionadas ao nosso modo de vida.<span id="more-1445"></span></p>
<p>Trata-se da morte de neurônios, de conexões sinápticas. Vêm se evidenciando os casos de aceleração do processo de doenças que causam degeneração e morte do cérebro das pessoas, produzindo uma incapacidade de pensar, sentir, criar e agir ao longo da vida. Pesquisas recentes vêm demonstrando o quanto este fenômeno vem ocorrendo cada vez mais cedo, vinculado à escolaridade, ao tipo de ocupação, à qualidade das relações humanas, e a um propósito na vida. É inevitável traçar um paralelo entre o estado do mundo e o estado do nosso cérebro. A cura de um se dá com a cura do outro, garantindo a sustentabilidade de ambos.</p>
<p>Muita gente tem medo de envelhecer e ficar caduco, perder a memória, não compreender bem o que se passa, nem se comunicar direito sobre o que quer dizer. Mas caduquice vem deixando de ser sinônimo de velhice, e tem nome técnico. Caduquice é demência. Só de ouvir esta palavra dá medo, popularmente associada à loucura. Mas demência é outra coisa. É uma síndrome, um conjunto de sintomas persistentes e progressivos que passam pela perda de memória, deficiências cognitivas, alterações comportamentais, que interferem nas atividades rotineiras das pessoas. Até recentemente era algo associado à velhice, mas estudos vêm demonstrando o quanto essa síndrome vem se manifestando entre pessoas mais jovens.</p>
<p>Em uma pesquisa no Ambulatório de Demência do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, cerca de 30% dos pacientes diagnosticados têm entre 20 e 50 anos. O que será que estamos fazendo para intensificar mais cedo o processo de destruição do nosso cérebro?</p>
<p>Há causas vasculares, produzidas por traumatismo craniano decorrentes dos milhares de acidentes, principalmente no trânsito, ou pelo que popularmente chamamos de derrame. As outras causas são desconhecidas. Mas já se sabe o que acontece no cérebro, e como retardar o processo. Uma das mais conhecidas doenças deste tipo é o Alzheimer.</p>
<p>As demências resultam do acúmulo de uma determinada proteína dentro ou fora do neurônio, que acaba por matá-lo. É como se fosse uma sujeira que o corpo não consegue eliminar. Dependendo da parte do cérebro onde esta sujeira se acumula, e do tipo de neurônios que morrem, ocorrem diferentes sintomas, sempre envolvendo progressivas perdas significativas de memória, somadas ao comprometimento de mais alguma função do cérebro.</p>
<p>Instalado o processo, ele é irreversível, ou seja, não se conhece a cura. E aí é só uma questão de cálculo matemático: quanto maior a densidade de conexões sinápticas desenvolvidas ao longo da vida, maior será o tempo necessário para a doença destruí-las. Ou seja, cérebros bem exercitados se tornam mais saudáveis e resistentes à evolução da doença e à manifestação dos sintomas: onde tem atividade cerebral, proteína invasora não entra!</p>
<p>Há portanto uma intensa relação entre a atividade cognitiva da pessoa, decorrente de sua trajetória de vida, e o avanço do processo de destruição dos neurônios causados pela doença.</p>
<p>Indivíduos bem preparados intelectualmente contam com um maior número de estratégias para resolver um problema, seu repertório é amplo: se não se lembra de uma palavra, porque aquela rede neural está comprometida, pode valer-se de outra. Já aquele que aprendeu pouco, armazenou pouco, e pouco ativou suas conexões sinápticas, se não se lembrar de uma palavra em função de problemas de degeneração do cérebro, não terá outro termo para substituí-la, e deixa de se comunicar.</p>
<p>A educação está diretamente ligada à evolução das demências. No Brasil, é preocupante o número de analfabetos ou analfabetos funcionais, que não tiveram a oportunidade de uma aprendizagem sistematizada. Essas pessoas correm um maior risco de sofrer um rápido avanço de uma demência, pois desenvolveram um menor número de conexões sinápticas.</p>
<p>Porém, além da atividade intelectual, o tipo de atividade profissional também é importante. Entre as pessoas de baixa escolaridade, operários da construção civil e camelôs estão entre os que mais conseguem retardar o avanço dos sintomas, já que por conta de suas atividades desenvolveram uma maior densidade de conexões sinápticas ao longo da vida.</p>
<p>Uma pesquisa realizada em Okinawa no Japão, na Califórnia, e na Sardenha, identificou algumas características comuns a um envelhecimento saudável, livre de demências: uma boa alimentação, não fumar, trabalho significativo, vínculos afetivos intensos e duradouros, engajamento social, e um propósito na vida. Popularmente, chamamos isso de felicidade!</p>
<p>Por alguma razão desconhecida uma proteína se reproduz descontroladamente no cérebro e mata os neurônios. Este processo ocorria exclusivamente em pessoas idosas, e passou a ocorrer também entre os mais jovens. Sabemos que um indivíduo com equilíbrio nas relações consigo mesmo, com os outros, e com o mundo, consegue prevenir e retardar a proliferação dessa proteína e a consequente degeneração do cérebro. E aí surge a pergunta que não quer calar: por que será que este tipo de doença vem se propagando também entre pessoas mais jovens?</p>
<p>Quando as demências se manifestavam exclusivamente entre idosos, isso era visto como “coisa de velho”. Mas à medida que a manifestação dos sintomas passa a ocorrer entre os mais jovens, e conhecendo os fatores que podem retardar o avanço da doença, é possível traçar um paralelo com o modo de vida que estamos impondo às novas gerações.</p>
<p>Além do processo de aprendizagem, da ativação intelectual e profissional que permita a um jovem conseguir um emprego, manter-se ativo e se sustentar, também é preciso alimentar-se bem, manter vínculos afetivos duradouros, estimular um processo de auto-realização que lhe permita assumir um propósito na vida, e promover um engajamento social significativo. E isso tudo não só para evitar a doença de <em>Alzheimer</em>, é para ser feliz mesmo, desde cedo. Família e escola têm uma imensa responsabilidade com os cérebros e a vida das crianças e jovens. Uma vida vazia corresponde a um cérebro também vazio, e frágil.</p>
<p><img src="copyleft.gif" alt="Copyleft" width="11" height="11" /><span style="font-size: xx-small;">Copyleft &#8211; é livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</span></p>
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		<title>O papel do educador</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 17:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro - educação -]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que tão somente ensinar os mistérios sobre os mamíferos, pteridófilas ou que chuchu é com “CH” porque ele “se-aga-rrá” na cerca, o papel do educador é firmado no momento em que ele escolhe a profissão e assume a &#8230; <a href="http://www.projetoescolarsupera.com.br/noticias/o-papel-do-educador/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que tão somente ensinar os mistérios sobre os mamíferos, pteridófilas ou que chuchu é com “CH” porque ele “<em>se-aga-rrá” </em>na cerca, o papel do educador é firmado no momento em que ele escolhe a profissão e assume a responsabilidade e, principalmente, a paixão.<span id="more-1442"></span></p>
<p>Instruir pessoas é mostrar o caminho da qualidade de vida, do bem-estar e da felicidade. Ensinar é colaborar com a construção das competências pessoais e sociais dos alunos.</p>
<p>A pergunta que não quer calar, é simples: como ensinar? A relação professor-aluno, antigamente pautada pela autoridade caiu por terra e deu espaço a um relacionamento aberto, baseado em confiança e reciprocidade.</p>
<p>O educador cria condições de conhecimento, consciência e capacidade de pensar e refletir sobre as coisas da vida. Ele tem o papel de estimular e motivar não só no que diz respeito às curiosidades das matérias propriamente ditas, e sim desenvolver o lado crítico dos alunos, mantendo uma constante troca de conhecimentos.</p>
<p>A educação é um desafio em que se deve ensinar a pensar, questionar e a ler a nossa realidade.</p>
<p>A imagem que um educador deve passar para seus alunos extrapola a ideia de detentor de todo conhecimento, ele deve ser exemplo de atitudes positivas, valores e hábitos de estudo e aí sim, tem o privilégio de vivenciar situações em que, ao ensinar uma criança a ler e a escreve, também aprende sobre a inocência e a magia das letras.</p>
<p>E a partir do respeito mútuo, ele descobre que é possível optar por alternativas para estabelecer disciplina em sala de aula, ao invés de usar formas de punição.</p>
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